Ontem vi o último episódio do "Sexo e a Cidade". (sim, devia ser das poucas que não tem a série em dvd e até hoje aguardo o convite da sra Tânia para o serão prometido e sempre adiado).
Fiquei um pouco triste. As personagens acabam todas por assentar (naquele termo irritante que a minha avó utiliza em todos os Natais, ao inquirir a minha vida sentimental). Ok, talvez seja a ordem natural das coisas, mas a Carrie ficar com o Big?! O amor da nossa vida não pode ser só um. Tem que haver mais que um. Um de cada vez. Mas não só um. Não o Big. Não aquele-cujo-o-nome-não-pode-ser-pronunciado (seja lá ele quem for; a esta altura já nem sei muito bem).
A Carrie teve muitos amores, é certo. Mas o Big? É voltar por onde começou o erro. A lógica "de não há amor como o primeiro" não me convence. Não me convence e não me chega.
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4 comentários:
o nome do mr.big é John. Peço-te, por favor, para guardares segredo desta minha admiração pelas fab 4 nova iorquinas.
Parece-me que a Carrie é uma daquelas raparigas que gosta de bater com a cabeça nas paredes, ou seja, é masoquista. Porque um Mr. Big é um sacana!
minha querida, eu adooooro a Carrie. Talvez pq ela acaba sempre por fazer justamente o q não deve, mas de uma forma consciente e q a leva a novas (auto) reflexões. Ou seja, a gente pode sempre aprender e não há fórmulas q resultem iguaizinhas para todos/as. O caminho da personagem Carrie foi aquele. O teu e o meu podem ser mto diferentes! ;)
bjocas
Olá Inesinho
Só vi 1 ou 2 episódios do Sexo e a Cidade, achei imensa graça, mas não cheguei a afeiçoar-me o suficiente aos personagens para me revoltar o facto da Carrie ter voltado ao Big, sejam lá eles quem forem. Mas diz-te esta tia velha inconformista, tia velha, inconformista, tia, velha, inconformista e anarco bombista na reforma que NÃO HÁ AMOR COMO O PRIMEIRO!! Tudo o resto são tentativas de aproximação mal acomparadas, gostosas ao princípio, promissoras de libertação, mas em que as diferenças em relação ao tal (amor) de que se cala o nome para não doer mais acabam por ser tão invasoras e frustradoras que. E O PRIMEIRO sempre ali, inabalável, já completamente deturpado, imaginado, estuporado, a azucrinar-nos as nostalgias. Beijões!
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