Nunca me soou tão bem um dia e esta iniciativa. Devia era de não padecer de energia precária para me conseguir arrastar até à Alameda. Mas a vodka precária da noite passada, mais o amor precário que existe como um contrato sem termo, mais a mudança dos meus vizinhos brasileiros para outro prédio ainda mais precário que este, que contribuiu para um sono precariamente dormido (isso e o facto de teimar em dormir sempre para o mesmo lado, esmagando o braço direito), ter que terminar a comunicação que já devia estar pronta, ter que traduzir um relatório de progresso, e fazer alguma coisa ao morto-vivo precário chamado TESe, não ajudam. Bem, mas pelo menos, não destoo do retrato precário da minha geração.
1 comentário:
incrível! acontece-me exactamente o mesmo quando me deito. e é sempre o braço direito que sofre. felizmente sou canhoto!
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