Vanita retribuiu-me uma corrente, a dos sete pecados mortais. Ateia como sou, eu cá acho que parte destes pecados são necessários para se existir. Mesmo que não soem bem.
Gula:
"A gente não quer só comida,
A gente quer bebida, diversão, ballet
A gente nâo quer só comida,
A gente quer a vida como a vida quer"
Avareza:
Nope. Por acaso, não sou nada agarrada. Talvez, peque por omissão.
Inveja:
Not really. Mas tenho ciumeiras.
Ira:
Infelizmente; chega a ser um sentimento físico.
Soberba:
Tem dias.
Luxúria:
"A gente não quer só comer,
A gente quer comer e quer fazer amor
A gente não quer só comer,
A gente quer prazer pra aliviar a dor
A gente não quer só dinheiro,
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro,
A gente quer inteiro e não pela metade" (Ah, grandes Titãs!, cantado na versão da Marisa Monte)
Preguiça;
"A preguiça é a mãe de todos os vícios, mas uma mãe é uma mãe e é preciso respeitá-la".
E passo a sete pecadores:
Ana (que fará uma boa reflexão antropológica sobre a noção de pecado);
Azedo;
Cris;
Mary Christ;
Mary of London;
Oito ou Oitenta;
Sílvia (já estou a imaginar um suculento parágrafo sobre a gula).
É suposto passar a oito, mas oito não faz pendant com sete pecados!
terça-feira, janeiro 20, 2009
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1 comentário:
Achei que já tinha comentado... Acho piada a ira andar de mãos dadas com a preguiça! No meu caso também :)
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