sexta-feira, fevereiro 27, 2009

O problema é que não gosto de ser provocada. Ou melhor, gosto, mas com troco de volta. Mas quando a provocação é involuntária, raios partam, fico completamente atarentada, e a resposta na ponta na língua não sai, pois as cordas vocais estão demasiado ocupadas num debate profundo com o cérebro. Cérebro, que por sua vez, discute o assunto entre os companheiros de canasta, o coração e o ego.

4 comentários:

Anónimo disse...

Não foi o bruno do teu doutoramento, pois não? Só hoje é que percebi aquele post! Mas agora tu já os topas à distância, não é? Ou é a lei da atracção a funcionar...?

inesinho disse...

Não, Ana, nada a ver com o outro post. :)
Quanto a isso o pré-aviso de brunalidade está activo e assim continue. ;)

Pedro Serpa disse...

que confusão que para aí vai, oh amiga! Fazem-te falta os teus conselheiros lisboetas, não é assim?

Bjos :)

inesinho disse...

Não, faz-me falta conhecer pessoas normais!