Também vinha falar que percebi que é pior experenciar um terramoto com mais pessoas ao lado, porque o ar de pânico colectivo torna a coisa um pouco ainda mais paranóica. Mas aqui também já é normal, a terra tremer, as mesas abanarem, o ar do OMG, e voltar a retomar a aula apenas com um expressivo "wow, another one!", seguido de "so the non profit has to...", eu resigno-me a pensar "- fixe mais um, que bom, porque já a seguir lá vou para o Moore Hell, que não é à prova de terramotos, ter aulinhas até às 9 da noite".
Mas dado o happening que se dá, enquanto atravesso de um edifício para o outro, a pensar, se calhar devia mas era já voar para a velha Europa, pois não sei estou a gostar muito desta coisa dos terramotos dia-sim dia-não, tudo isto começa a ser relativizado, comparado com o tsunami cross Atlantic que me chega aos ouvidos. E gostava de ter tido uma reacção mais normal, mas apesar da normalidade anormal da swine flue + eathquakes acho que tudo isto me anda a turvar o raciocínio e as emoções. É que não distingo o braço do pé, o ombro do cotovelo, nem o que já é normal, o que é suposto, o que deve ser. E vou dormir, porque preciso de arejar as ideias e ajudar quem precisa de mim, e que se calhar, precisava de um inesinho mais sabedor. Caramba, como é difícil este cargo de suposta sapiência hierárquica geracional.
1 comentário:
crid i hope you wake up and be happy! yay
and i love u*v
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